05 Mar 2024 Ellipse ATUALIZADO 08:57

Publicado

27/12/2023

Atualizado

31/01/2024
Publicação

Carlos Tourinho: Um Legado Cinematográfico para o Rio Grande do Norte

Por Gicardson Lima, Graduado em Letras, Inglês e Português pela UERN, Editor Colaborador do Observatório da Várzea

Nessa terça-feira(26), faleceu em Natal o renomado cineasta Carlos Tourinho, aos 84 anos de idade. Tourinho ficou conhecido como diretor de fotografia do longa-metragem “Jesuíno Brilhante”, um filme produzido em 1972 que recebeu aclamação da crítica brasileira na época.

Natural do Piauí, o cineasta residiu por décadas no Rio de Janeiro. No entanto, em 2006, ele transferiu-se para o Rio Grande do Norte, onde fundou o Instituto Técnico de Estudos Cinematográficos – ITEC. O principal objetivo do instituto era formar profissionais especializados no gênero cinematográfico, contribuindo assim para a especialização e prática dos técnicos locais no campo audiovisual.

Carlos Tourinho tornou-se notável pela produção de curtas-metragens de ficção e documentários que retratavam o cotidiano de Natal e seus personagens. Entre as obras mais conhecidas estão “Um Beco no Meu Caminho”, “Rua Chile”, “O Confessionário”, “Martins”, “Cartas na Mesa”, “O Quarto”, “Boy Peba”, “Redinha Arredia”, “Conversa de Botequim” e “Véu de Renda Negra”, entre outras.

Ao longo de sua carreira, Tourinho sempre esteve ativo na produção cinematográfica. Recentemente, ele participou ativamente dos plantões de esclarecimento de dúvidas relacionados aos editais da Lei Paulo Gustavo do Governo do Estado.

Expressamos nossos mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos de Carlos Tourinho. A Secretária Extraordinária de Cultura e a Fundação José Augusto reconhecem a contribuição histórica e artística do cineasta para a cultura do Rio Grande do Norte.

Fonte: FJA

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