22 Feb 2024 Ellipse ATUALIZADO 02:13

Publicado

01/07/2023

Atualizado

31/01/2024
Publicação

Junho terminou, pré-campanha começou!

Por Silvino Júnior, graduando em jornalismo (UERN), Assistente de Planejamento da Produção (SENAI) e Editor Colaborador do Observatório da Várzea.

Dizem que o ano só começa depois do Carnaval. Podemos dizer o mesmo sobre a pré-campanha em Assú. Só começa, de fato, quando termina o São João e se inicia o 2° semestre do ano. Com o fim dos festejos juninos na terra dos poetas e faltando um ano para as eleições municipais, as atenções agora se voltam para o cenário eleitoral. No retrato instantâneo, Lula Soares (Situação) e Fabielle Bezerra (Oposição) são os nomes mais cotados a se enfrentarem na corrida à Prefeitura do Assú. Considerando a previsão de que o pleito deve acontecer no dia 06 de outubro de 2024, o desafio para ambos neste instante é reorganizar suas bases, alinhar discursos e trilhar um caminho que permita até lá ganhar a preferência e a confiança do eleitor. Parece muito tempo, mas em política, o tempo sempre corre contra os eventuais candidatos. É preciso entender que o voto é um desafio e não é apenas uma decisão racional, mas também emocional. O voto sai do coração e sobe à cabeça.

É neste sentido, que é preciso usar estratégias que mexam com o coração. A pré-campanha é um momento onde os pré-candidatos podem errar. Devem ter em mãos pesquisas, diagnósticos, posicionamentos definidos, narrativas claras, uma sequência para impactar o eleitor e transformar o sentimento em voto.

“Likes”, “cards”, “posts” frequentes, vídeos bem elaborados, tudo isso dentro do marketing político digital é importante, ajuda a construir uma marca política que atinja um espaço na mente e no coração das pessoas, que é a base da reputação. Mas isso por si só não ganha campanha eleitoral. Qualquer pré-candidato pode construir sua marca, mas não ter uma gestão disso que lhe permita se fazer presente e ser lembrado no mundo digital e fora dele.

O objetivo de Lula, Fabielle ou de qualquer outro nome que se sinta no páreo para disputar próximo ano é ganhar tempo. Tempo suficiente para contar sua história, tempo para criar laços com o eleitor, tempo para ativar mecanismos entre o comunicador e o eleitor, tempo para vender o melhor posicionamento. É preciso gerar identificação, deixar claro o propósito, demonstrar autoridade para gerar confiança, trabalhar a imagem para gerar percepção. Tudo isso alinhado com apoio político e estrutura física e operacional deve funcionar e levar ao trajeto da vitória.

Estamos observando…

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